
Meninas brasucas: Aurora (Rio), eu, Daiana (Bahia), Bárbara (Minas), Carol (Ceará) e Gê (Brasília)
Geral da festa

Ensinando chileno a dançar forró
Eu, Claudio e Andrés (namorado da Aurora, de Sampa) no Esquina do Samba

Meninas brasucas: Aurora (Rio), eu, Daiana (Bahia), Bárbara (Minas), Carol (Ceará) e Gê (Brasília)
Geral da festa

Ensinando chileno a dançar forró
Eu, Claudio e Andrés (namorado da Aurora, de Sampa) no Esquina do Samba


O "Clube da Luluzinha do Chile"A Pequena Gigante fazendo sua siesta
A Pequena Gigante percorreu as ruas de Santiago de sexta até domingo, fazendo pausas para a siesta, e dormindo à noite. Sua aventura pela cidade terminou no domingo, quando ela finalmente encontrou o rinoceronte (também manipulado por outros tantos homens), e os dois seguiram juntos de volta à França.
Um show de teatro de rua, um show de organização, de envolvimento de toda uma cidade em torno a um espetáculo mágico. Centenas de milhares de pessoas (inclusive eu), foram às ruas para vê-la ainda que fosse por um instante. Me emocionei como há tempos não me emocionava, me senti como se tivesse de novo 5 anos de idade, me empolguei ao vê-la desfilando seus lindos olhos grandes ao som de uma maravilhosa banda de música ao vivo.
O festival Santiago a Mil aconteceu durante todo o mês de Janeiro e, além de apresentar peças nacionais, trouxe à cidade nomes como Pina Bausch (da qual eu consegui ver um ensaio aberto) e Peter Brook.
Um exemplo de organização e a prova de que a arte de qualidade sempre é muito bem-vinda em qualquer cidade e por qualquer pessoa.
No ano que vem tem mais, e espero ver gente do Brasil nos palcos e ruas de Santiago...
Para ver mais imagens da Pequena Gigante, acesse: http://www.stgoamil.cl/galerias.htm




